10 de janeiro de 2013

Ai ai...

É... amor de mãe é mesmo um amor que dói... mas uma dor boa, forte, gostosa, uma força de Deus dentro de você!
Ai ai, as coisas boas da vida, o ventinho fresco da manhã que circula em meio as árvores, beijando nosso rosto... O alívio do pé descalço livre do sapato apertado... O coração acelerado ao ver o amor passar... O suspiro ao final de um bom livro de romance... O abraço apertado, o beijo molhado, o olhar carinhoso... Uma viagem, um buquê, um brinde... mas a melhor de todas as coisas da vida é poder ter tido a sorte, o privilégio de ser mãe e ter este sentimento enorme dentro de mim, que perante o que sou pra Deus, eu não merecia tanto. Este amor rasga, como se não coubesse e quisesse explodir no peito, expurgar, derramar! É como se meu sangue depois de ser mãe, fervesse, minha paz cresceu, mas meu instinto de proteção também. Meus olhos brilham mais, minha voz afinou, meu semblante é mais tranquilho, minha preocupação não, minha ansiedade aumentou, minhas capacidades também... Meu coração sente-se confortável, feliz, amante, minha cabeça pira, não cessa. É...minha vida se transformou, mas minha alma... também! 

Triste são os homens que não podem gerar um filho... uma pessoa existindo, crescendo, se desenvolvendo DENTRO DE VOCÊ, no seu ventre, um coraçãozinho aprendendo a bater onde já bate um... esta sensação, é inexplicável!

Obrigada Deus, obrigada meu filho...por existir!


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